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Mioma, endometriose e adenomiose em Feira de Santana Av. Gov. João Durval Carneiro, 3665, Ed. Multiplace, Sala 408
Dra. Nathália Assunção, ginecologista Agendar pelo WhatsAppWhatsApp

Dor no pé da barriga mesmo sem estar menstruada: quando investigar

Quando a dor da pelve deixa de aparecer só na menstruação e passa a ocupar outros dias do mês, a investigação precisa olhar mais longe.

Dra. Nathália Assunção Médica ginecologista e obstetra CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

Dor no pé da barriga fora da menstruação pode ter causa ginecológica, como endometriose, adenomiose, cisto no ovário ou mioma, mas também pode vir do intestino, da bexiga ou da musculatura da pelve. Quando dura mais de 6 meses, é chamada de dor pélvica crônica e pede uma avaliação que considere todas essas possibilidades.

Atenção: Dor forte e súbita, principalmente de um lado, com vômitos, febre, desmaio ou atraso menstrual, pede atendimento de urgência: pode ser torção de ovário, cisto rompido, infecção ou gravidez fora do útero.

Quando a dor se espalha pelo mês

Na endometriose, a dor costuma começar ligada à menstruação e, com o tempo, pode se estender para antes e depois do fluxo, até ficar presente em boa parte do mês. A inflamação repetida e as aderências entre os órgãos explicam parte disso. Na adenomiose, o útero sensível pode doer além dos dias de sangramento. O mioma costuma dar mais sensação de peso do que dor, a não ser quando sofre degeneração ou torção, que causam dor aguda.

Nem toda dor pélvica vem do útero ou dos ovários. Dor no meio do ciclo, de um lado só, pode ser da ovulação e durar poucas horas. Síndrome do intestino irritável, dor crônica da bexiga e tensão da musculatura do assoalho pélvico também causam dor na pelve e muitas vezes aparecem junto com a endometriose.

Quando a dor dura muito tempo, o sistema nervoso pode ficar mais sensível e amplificar os sinais que vêm da pelve. Por isso a dor às vezes continua mesmo depois de tratar a lesão, e o plano costuma incluir mais de uma frente.

Como a dor pélvica é investigada

Mapa da dor

Onde dói, se muda com o ciclo, com a evacuação, com a urina, com a relação ou com o movimento. Um diário de algumas semanas ajuda a separar a dor do útero, do intestino e da musculatura. Se a dor piora ao evacuar ou urinar no período, veja dor para evacuar ou urinar na menstruação.

Exame físico completo

Além do exame ginecológico, a palpação da barriga e da musculatura da pelve procura pontos de gatilho, hérnias e sensibilidade da bexiga.

Exames conforme a suspeita

Ultrassom transvaginal, com preparo intestinal quando há suspeita de endometriose, exame de urina e teste de gravidez. A videolaparoscopia é considerada quando os exames não explicam a dor e o tratamento não funcionou.

Tratamento em várias frentes

Tratamento hormonal para endometriose e adenomiose, fisioterapia pélvica, medicamentos para a dor que agem no sistema nervoso e acompanhamento psicológico podem ser combinados. A cirurgia entra quando há lesão com indicação.

Como é a avaliação

  1. História detalhada

    Como é a dor, o fluxo, o impacto na rotina e o desejo de engravidar.

  2. Exame físico e ginecológico

    Parte essencial para localizar a dor e orientar os exames.

  3. Exames de imagem direcionados

    Ultrassom transvaginal, com preparo intestinal para mapear endometriose quando indicado, e ressonância da pelve em casos selecionados.

  4. Plano de tratamento

    Clínico ou cirúrgico, escolhido com você a partir dos sintomas, da idade e dos seus planos.

Retrato da Dra. Nathália Assunção

Quem conduz o atendimento

Dra. Nathália Assunção

Médica · CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

Médica ginecologista e obstetra, com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia. Entre os procedimentos da especialidade, realiza cirurgias ginecológicas por videolaparoscopia e histeroscopia. Atende em consultório em Feira de Santana, com tempo para ouvir e explicar cada etapa do tratamento.

O atendimento, na voz das pacientes

Nota 5,0 no Google. Trechos de avaliações públicas, que não representam promessa de resultado.

Médica competente e muito dedicada. A consulta é leve, me deixa confortável para tirar as dúvidas e acolhe minhas queixas com paciência.

Paciente, via Google

Dra. Nathália é doce e gentil, explica tudo com muita clareza e deixa a paciente segura, o que é muito importante!

Paciente, via Google

Local confortável, a consulta foi bem completa, com avaliação das minhas queixas e solicitação de exames.

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Segunda a sexta, das 8h às 18h.

Perguntas frequentes

Respostas gerais. A conduta certa depende da história e da avaliação de cada paciente.

Dor no pé da barriga todo dia pode ser endometriose?

Pode. Com o tempo, a dor da endometriose pode deixar de se limitar à menstruação. Mas outras causas também dão dor contínua, e o diagnóstico depende do exame e da imagem, não só do tipo de dor.

Cisto no ovário causa dor fora da menstruação?

Alguns causam. Os cistos funcionais, que surgem com a ovulação, costumam desaparecer sozinhos em poucos ciclos. O endometrioma, cisto da endometriose, não some dessa forma e costuma vir com cólica forte. O ultrassom diferencia os tipos.

A dor pélvica pode ser do intestino ou da bexiga?

Pode, e é comum que mais de uma causa exista ao mesmo tempo. Por isso a avaliação ginecológica pode ser feita em conjunto com gastroenterologia, urologia ou fisioterapia pélvica.

Retirar o útero tira a dor pélvica?

Não necessariamente. Quando a dor vem da adenomiose, a histerectomia pode ajudar quem não deseja gestar. Mas se a dor tem outras origens, como endometriose fora do útero, intestino ou musculatura, ela pode continuar. A decisão depende de saber de onde a dor vem.

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