Pular para o conteúdo
Climatério e menopausa em Feira de Santana Av. Gov. João Durval Carneiro, 3665, Ed. Multiplace, Sala 408
Dra. Nathália Assunção, ginecologista Agendar pelo WhatsAppWhatsApp

Ressecamento vaginal e dor na relação depois da menopausa

Diferente dos calorões, esse incômodo costuma aumentar com os anos quando não é tratado. Há opções com e sem hormônio, e a maioria age só no local.

Dra. Nathália Assunção Médica ginecologista e obstetra CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

Com a queda do estrogênio, a mucosa da vagina e da vulva fica mais fina, menos elástica e menos lubrificada, o que causa ressecamento, ardor e dor na relação. Ao contrário dos calorões, esse quadro não costuma melhorar sozinho com o tempo. Hidratantes, lubrificantes e estrogênio em dose baixa aplicado na vagina são os tratamentos mais usados, e a escolha depende da intensidade e da sua saúde.

Atenção: Sangramento depois da relação ou em qualquer momento depois da menopausa precisa ser avaliado, mesmo quando parece vir do ressecamento.

Por que o incômodo aparece e tende a aumentar

O estrogênio mantém a mucosa da vagina espessa, úmida e com uma flora protetora. Quando ele diminui, a mucosa afina, a lubrificação natural cai e pequenas fissuras aparecem com o atrito. O resultado é ardor, sensação de areia, coceira e, na relação, dor ou pequeno sangramento. Esses sinais podem começar ainda no climatério e costumam avançar com os anos depois da menopausa.

A dor tende a criar um ciclo: a expectativa de dor deixa a musculatura da pelve tensa, a tensão aumenta a dor, e o desejo diminui. Por isso o tratamento às vezes inclui fisioterapia pélvica, além do cuidado com a mucosa. A queda do desejo tem página própria em diminuição do desejo.

Nem toda dor ou coceira nessa fase é ressecamento. Infecções, alergia a sabonetes e absorventes e doenças da pele da vulva, como o líquen escleroso, que deixa a pele esbranquiçada e com muita coceira, têm tratamentos diferentes. Por isso o exame ginecológico vem antes da receita.

Tratamentos, do mais simples ao mais específico

Hidratante vaginal

Usado com regularidade, algumas vezes por semana, e não só na hora da relação. Melhora a umidade da mucosa ao longo dos dias e não tem hormônio.

Lubrificante

Usado na hora da relação, à base de água ou de silicone, diminui o atrito e a dor. Óleos e vaselina podem irritar a mucosa e danificar a camisinha de látex.

Estrogênio vaginal em dose baixa

Creme, óvulo ou comprimido vaginal. A absorção pelo resto do corpo é mínima e a melhora aparece em algumas semanas. Em geral, não exige associar outro hormônio para proteger o útero.

Fisioterapia pélvica

Indicada quando a musculatura da pelve está tensa ou há medo da dor. Ajuda a relaxar e a recuperar o conforto, junto com o tratamento da mucosa.

O que ainda não tem evidência suficiente

O laser vaginal e outras tecnologias de energia não têm estudos suficientes de benefício e segurança a longo prazo para serem recomendados como rotina.

Como é a avaliação

  1. Conversa sem pressa

    Os seus sintomas, como afetam a sua rotina, o seu ciclo e o seu histórico pessoal e familiar, incluindo câncer de mama, trombose e doenças do coração.

  2. Exame clínico e ginecológico

    Pressão arterial, peso, exame das mamas e exame ginecológico.

  3. Exames conforme o seu caso

    Mamografia, densitometria óssea, colesterol, glicemia e outros, só quando fazem sentido para você.

  4. Plano e retorno

    Tratamento combinado com você, com retornos para ajustar a dose e reavaliar.

Retrato da Dra. Nathália Assunção

Quem conduz o atendimento

Dra. Nathália Assunção

Médica · CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

Médica ginecologista e obstetra, com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia. Entre os procedimentos da especialidade, realiza cirurgias ginecológicas por videolaparoscopia e histeroscopia. Atende em consultório em Feira de Santana, com tempo para ouvir e explicar cada etapa do tratamento.

O atendimento, na voz das pacientes

Nota 5,0 no Google. Trechos de avaliações públicas, que não representam promessa de resultado.

Médica competente e muito dedicada. A consulta é leve, me deixa confortável para tirar as dúvidas e acolhe minhas queixas com paciência.

Paciente, via Google

Dra. Nathália é doce e gentil, explica tudo com muita clareza e deixa a paciente segura, o que é muito importante!

Paciente, via Google

Local confortável, a consulta foi bem completa, com avaliação das minhas queixas e solicitação de exames.

Paciente, via Google

Prefere que a equipe chame você?

Deixe seu nome, WhatsApp e e-mail. A equipe da Dra. Nathália retorna em horário comercial para combinar a consulta.

Ou fale agora: WhatsApp (75) 98132-7157

Segunda a sexta, das 8h às 18h.

Perguntas frequentes

Respostas gerais. A conduta certa depende da história e da avaliação de cada paciente.

Quem teve câncer de mama pode tratar o ressecamento?

Hidratantes e lubrificantes são a primeira opção. Quando não bastam, o estrogênio vaginal em dose baixa pode ser discutido em conjunto com a equipe de oncologia, conforme o tipo de tumor e o tratamento em curso.

Por quanto tempo preciso usar o tratamento?

Como a causa é a falta de estrogênio, que continua depois da menopausa, o tratamento costuma ser de longo prazo. Quando ele é suspenso, os sintomas tendem a voltar em algumas semanas ou meses.

A relação sexual regular ajuda?

A atividade sexual sem dor e com lubrificação adequada ajuda a manter a elasticidade e a circulação da região. Mas ela não deve acontecer com dor: primeiro vem o tratamento, depois a retomada no seu ritmo.

Ressecamento pode favorecer infecção urinária?

Pode. A mesma falta de estrogênio muda a flora da vagina e da uretra, e as infecções urinárias repetidas ficam mais comuns depois da menopausa. O tratamento vaginal local também ajuda a prevenir essas infecções.

Agendar pelo WhatsApp