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Climatério e menopausa em Feira de Santana Av. Gov. João Durval Carneiro, 3665, Ed. Multiplace, Sala 408
Dra. Nathália Assunção, ginecologista Agendar pelo WhatsAppWhatsApp

Ondas de calor e suor noturno na menopausa: quando e como tratar

Os calorões são o sintoma mais conhecido do climatério e podem durar anos. Existem tratamentos com e sem hormônio, escolhidos conforme a sua saúde.

Dra. Nathália Assunção Médica ginecologista e obstetra CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

As ondas de calor e o suor noturno acontecem porque a queda do estrogênio deixa mais sensível o centro do cérebro que controla a temperatura do corpo. Quando atrapalham o dia ou o sono, têm tratamento: terapia hormonal para quem pode usar e medicamentos sem hormônio para quem não pode ou não quer. Antes de tratar, vale confirmar que o sintoma é mesmo do climatério.

Atenção: Suor noturno com febre, perda de peso sem explicação ou ínguas aumentadas pede avaliação sem demora, porque pode ter outra causa além do climatério.

Por que o calorão acontece e por que atrapalha tanto

O calorão costuma começar como uma sensação súbita de calor no peito, no pescoço e no rosto, às vezes com vermelhidão e coração acelerado. Em seguida vem o suor e, quando o corpo esfria, um arrepio. Cada episódio dura poucos minutos, mas pode se repetir muitas vezes ao dia.

À noite, o mesmo fenômeno aparece como suor noturno: a mulher acorda molhada, troca de roupa ou de lençol e demora a voltar a dormir. O cansaço, a falta de concentração e a irritação do dia seguinte muitas vezes vêm daí. Por isso tratar o suor noturno também é cuidar do sono e do humor.

Nem todo calor excessivo é climatério. Tireoide acelerada, alguns medicamentos, infecções e outras doenças também causam calorões e suor à noite. Na consulta, a história e o exame mostram se é preciso investigar outra causa antes de tratar.

Opções de tratamento para os calorões

Medidas do dia a dia

Ambiente ventilado, roupas em camadas, roupa de cama leve e atenção ao que parece desencadear as crises, como bebida alcoólica, bebida quente e estresse, deixam o dia mais confortável. Nos calorões intensos, essas medidas sozinhas costumam ser insuficientes.

Terapia hormonal

É a opção mais estudada para os calorões. Depende de avaliar contraindicações, idade e tempo desde a menopausa, e a decisão é tomada em conjunto, como explicado em começar, manter ou parar a reposição.

Medicamentos sem hormônio

Alguns antidepressivos em dose baixa e outros remédios não hormonais diminuem a frequência e a intensidade dos calorões. São a alternativa para quem teve câncer de mama, trombose ou prefere não usar hormônio, e a escolha considera os outros remédios em uso.

Terapia cognitivo-comportamental

Um tipo de acompanhamento psicológico com técnicas específicas que, segundo os estudos, diminui o incômodo causado pelos calorões e melhora o sono.

O que não mostrou benefício

Chás, cápsulas de soja, fitoterápicos e suplementos vendidos para calorão não tiveram efeito consistente nos estudos, e alguns interagem com outros medicamentos.

Como é a avaliação

  1. Conversa sem pressa

    Os seus sintomas, como afetam a sua rotina, o seu ciclo e o seu histórico pessoal e familiar, incluindo câncer de mama, trombose e doenças do coração.

  2. Exame clínico e ginecológico

    Pressão arterial, peso, exame das mamas e exame ginecológico.

  3. Exames conforme o seu caso

    Mamografia, densitometria óssea, colesterol, glicemia e outros, só quando fazem sentido para você.

  4. Plano e retorno

    Tratamento combinado com você, com retornos para ajustar a dose e reavaliar.

Retrato da Dra. Nathália Assunção

Quem conduz o atendimento

Dra. Nathália Assunção

Médica · CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

Médica ginecologista e obstetra, com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia. Entre os procedimentos da especialidade, realiza cirurgias ginecológicas por videolaparoscopia e histeroscopia. Atende em consultório em Feira de Santana, com tempo para ouvir e explicar cada etapa do tratamento.

O atendimento, na voz das pacientes

Nota 5,0 no Google. Trechos de avaliações públicas, que não representam promessa de resultado.

Médica competente e muito dedicada. A consulta é leve, me deixa confortável para tirar as dúvidas e acolhe minhas queixas com paciência.

Paciente, via Google

Dra. Nathália é doce e gentil, explica tudo com muita clareza e deixa a paciente segura, o que é muito importante!

Paciente, via Google

Local confortável, a consulta foi bem completa, com avaliação das minhas queixas e solicitação de exames.

Paciente, via Google

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Ou fale agora: WhatsApp (75) 98132-7157

Segunda a sexta, das 8h às 18h.

Perguntas frequentes

Respostas gerais. A conduta certa depende da história e da avaliação de cada paciente.

Quanto tempo duram as ondas de calor?

Não existe um prazo fixo. Em algumas mulheres duram poucos meses; em outras continuam por vários anos, às vezes mesmo depois dos 60. Como não dá para prever, o tratamento é pensado para o incômodo de agora e reavaliado nos retornos.

Posso ter calorão ainda menstruando?

Sim. Os calorões costumam começar na fase de transição, quando a menstruação ainda vem, só que de forma irregular. Nessa fase ainda existe chance de gravidez, o que também entra na escolha do tratamento.

Quem já teve câncer de mama pode tratar os calorões?

Pode, com opções sem hormônio, escolhidas em conjunto com a equipe de oncologia, porque alguns medicamentos interferem no tratamento do câncer. A terapia hormonal, nesse caso, em geral não é indicada.

Anotar os calorões ajuda na consulta?

Ajuda muito. Levar anotado quantas crises acontecem por dia, em que horário, o que parece desencadear e quantas vezes você acorda à noite mostra o impacto real e facilita medir a resposta ao tratamento.

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