Pular para o conteúdo
Climatério e menopausa em Feira de Santana Av. Gov. João Durval Carneiro, 3665, Ed. Multiplace, Sala 408
Dra. Nathália Assunção, ginecologista Agendar pelo WhatsAppWhatsApp

Menopausa precoce e insuficiência ovariana prematura: o que muda no cuidado

Quando a menstruação para antes dos 40 ou dos 45 anos, o cuidado vai além dos sintomas: é preciso proteger os ossos e o coração e conversar sobre fertilidade.

Dra. Nathália Assunção Médica ginecologista e obstetra CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

A menopausa antes dos 40 anos é chamada de insuficiência ovariana prematura; entre os 40 e os 45, de menopausa precoce. Nos dois casos, o corpo fica mais cedo sem estrogênio, o que aumenta os riscos para os ossos e o coração. Por isso, salvo contraindicação, a reposição hormonal costuma ser recomendada pelo menos até a idade média da menopausa natural, por volta dos 50 anos.

O que muda quando a menopausa chega cedo

Na insuficiência ovariana prematura, os ovários deixam de funcionar de forma regular antes dos 40 anos. Diferente da menopausa natural, esse funcionamento pode oscilar: parte das mulheres ainda menstrua de vez em quando, e uma pequena parte engravida sem tratamento. O diagnóstico junta a menstruação ausente ou irregular por alguns meses com exames de sangue que mostram o hormônio FSH elevado.

Muitas vezes a causa não é encontrada. Entre as conhecidas estão alterações genéticas, doenças autoimunes, como as da tireoide, e tratamentos como quimioterapia, radioterapia da pelve e cirurgias nos ovários. A investigação pode incluir exames genéticos e de autoimunidade, porque o resultado orienta o cuidado da mulher e, às vezes, o da família.

Sem reposição, a falta precoce de estrogênio acelera a perda de massa óssea e aumenta o risco de doenças do coração ao longo da vida. Nessa situação, a reposição não trata só os sintomas: ela substitui o hormônio que o corpo ainda deveria produzir nessa idade.

Como é o acompanhamento

Investigação da causa

Dosagens hormonais repetidas quando necessário, tireoide e exames genéticos e de autoimunidade conforme o caso, além da densitometria óssea para conhecer o ponto de partida dos ossos.

Reposição até a idade da menopausa natural

Em geral com doses maiores que as usadas depois dos 50 anos, para repor o que falta. As contraindicações são avaliadas como em qualquer terapia hormonal, e em alguns casos o anticoncepcional hormonal é uma alternativa.

Fertilidade

A chance de gravidez espontânea é pequena, mas existe. Quem não deseja engravidar precisa de contracepção, e quem deseja pode ser encaminhada sem demora para avaliação de fertilidade, onde a doação de óvulos costuma ser a alternativa mais estudada.

Ossos, coração e bem-estar

Atividade física, cálcio e vitamina D adequados, controle da pressão e do colesterol e apoio emocional fazem parte do plano. O diagnóstico costuma ser um choque, e o acolhimento psicológico ajuda.

Como é a avaliação

  1. Conversa sem pressa

    Os seus sintomas, como afetam a sua rotina, o seu ciclo e o seu histórico pessoal e familiar, incluindo câncer de mama, trombose e doenças do coração.

  2. Exame clínico e ginecológico

    Pressão arterial, peso, exame das mamas e exame ginecológico.

  3. Exames conforme o seu caso

    Mamografia, densitometria óssea, colesterol, glicemia e outros, só quando fazem sentido para você.

  4. Plano e retorno

    Tratamento combinado com você, com retornos para ajustar a dose e reavaliar.

Retrato da Dra. Nathália Assunção

Quem conduz o atendimento

Dra. Nathália Assunção

Médica · CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

Médica ginecologista e obstetra, com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia. Entre os procedimentos da especialidade, realiza cirurgias ginecológicas por videolaparoscopia e histeroscopia. Atende em consultório em Feira de Santana, com tempo para ouvir e explicar cada etapa do tratamento.

O atendimento, na voz das pacientes

Nota 5,0 no Google. Trechos de avaliações públicas, que não representam promessa de resultado.

Médica competente e muito dedicada. A consulta é leve, me deixa confortável para tirar as dúvidas e acolhe minhas queixas com paciência.

Paciente, via Google

Dra. Nathália é doce e gentil, explica tudo com muita clareza e deixa a paciente segura, o que é muito importante!

Paciente, via Google

Local confortável, a consulta foi bem completa, com avaliação das minhas queixas e solicitação de exames.

Paciente, via Google

Prefere que a equipe chame você?

Deixe seu nome, WhatsApp e e-mail. A equipe da Dra. Nathália retorna em horário comercial para combinar a consulta.

Ou fale agora: WhatsApp (75) 98132-7157

Segunda a sexta, das 8h às 18h.

Perguntas frequentes

Respostas gerais. A conduta certa depende da história e da avaliação de cada paciente.

Menopausa aos 42 anos é normal?

Acontece com uma parcela das mulheres e é chamada de menopausa precoce. Não é uma doença em si, mas pede avaliação, porque os anos a mais sem estrogênio mudam o cuidado com os ossos e o coração.

A reposição na menopausa precoce aumenta o risco de câncer de mama?

Os estudos que mostraram aumento de risco foram feitos em mulheres mais velhas, depois da menopausa natural. Na insuficiência ovariana prematura, a reposição até a idade da menopausa natural repõe o que o corpo produziria, e não há evidência de risco maior que o das mulheres da mesma idade com ovários funcionando.

Tirar os ovários na cirurgia causa menopausa?

Sim. A retirada dos dois ovários antes da menopausa causa menopausa imediata, com sintomas geralmente mais intensos. Quando possível, a reposição é discutida antes da cirurgia.

Quimioterapia pode causar menopausa precoce?

Pode, conforme os medicamentos, a dose e a idade. Antes do tratamento do câncer, quando há tempo, vale conversar sobre preservar a fertilidade, como o congelamento de óvulos, e depois sobre a reposição, se não houver contraindicação.

Agendar pelo WhatsApp