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Corrimento vaginal em Feira de Santana Av. Gov. João Durval Carneiro, 3665, Ed. Multiplace, Sala 408
Dra. Nathália Assunção, ginecologista Agendar pelo WhatsAppWhatsApp

Dor na relação sexual ou ao urinar junto com corrimento: o que investigar

Quando a dor vem acompanhada de corrimento, a origem costuma estar numa inflamação da vagina ou do colo do útero, e não só na bexiga.

Dra. Nathália Assunção Médica ginecologista e obstetra CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

Dor na entrada da vagina durante a relação e ardor quando a urina toca a pele costumam vir de uma vaginite, como candidíase ou tricomoníase. Dor mais profunda, sangramento depois da relação e corrimento amarelado sugerem inflamação do colo do útero por clamídia ou gonorreia. O exame ginecológico separa essas causas da infecção urinária, que é tratada de outro jeito.

Atenção: Dor no pé da barriga com febre, corrimento com cheiro forte ou dor que piora ao andar pede atendimento no mesmo dia: pode ser doença inflamatória pélvica.

Onde dói ajuda a encontrar a causa

O ardor da infecção urinária costuma ser por dentro, com vontade de urinar toda hora e pouca urina de cada vez. O ardor da vaginite é por fora, quando a urina passa pela pele inflamada, e vem junto com coceira ou corrimento. Quando a vaginite é tratada como infecção urinária, os sintomas costumam voltar.

Na relação, a dor na entrada da vagina aponta para inflamação da vulva e da vagina, ressecamento ou contração involuntária da musculatura. A dor profunda, sentida no fundo, pode vir de cervicite, de infecção que subiu para o útero e as trompas ou de causas sem corrimento, como a endometriose.

A doença inflamatória pélvica acontece quando clamídia, gonorreia ou outras bactérias sobem do colo do útero para o útero e as trompas. Ela precisa de tratamento rápido, porque pode deixar sequelas como dor pélvica crônica, gravidez fora do útero e dificuldade para engravidar.

O que é avaliado na consulta

Exame da vulva e da vagina

Mostra vermelhidão, fissuras, feridas e o aspecto do corrimento, e permite coletar a secreção para análise.

Exame do colo do útero

Colo inflamado, que sangra ao toque ou tem secreção amarelada, leva à pesquisa de clamídia e gonorreia por teste molecular.

Exame de urina

Urina tipo 1 e urocultura entram quando os sintomas urinários predominam, para confirmar ou afastar a infecção urinária.

Toque vaginal

Dor ao mover o colo ou ao tocar o útero e os ovários sugere doença inflamatória pélvica e muda a urgência do tratamento.

Ressecamento

Na amamentação e no climatério, a queda do estrogênio deixa a mucosa fina e sensível, com ardor e dor na relação mesmo sem infecção.

Como é a investigação

  1. Conversa detalhada

    Quando começou, o que melhora e o que piora, tratamentos já feitos, ciclo, método contraceptivo e hábitos de higiene.

  2. Exame ginecológico

    Exame da vulva, da vagina e do colo do útero, com coleta da secreção quando necessário.

  3. Exames conforme a suspeita

    Análise da secreção, cultura, pesquisa de infecções sexualmente transmissíveis e preventivo em dia.

  4. Tratamento da causa

    Tratamento dirigido ao diagnóstico e, quando for o caso, também da parceria.

Retrato da Dra. Nathália Assunção

Quem conduz o atendimento

Dra. Nathália Assunção

Médica · CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

Médica ginecologista e obstetra, com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia. Entre os procedimentos da especialidade, realiza cirurgias ginecológicas por videolaparoscopia e histeroscopia. Atende em consultório em Feira de Santana, com tempo para ouvir e explicar cada etapa do tratamento.

O atendimento, na voz das pacientes

Nota 5,0 no Google. Trechos de avaliações públicas, que não representam promessa de resultado.

Médica competente e muito dedicada. A consulta é leve, me deixa confortável para tirar as dúvidas e acolhe minhas queixas com paciência.

Paciente, via Google

Dra. Nathália é doce e gentil, explica tudo com muita clareza e deixa a paciente segura, o que é muito importante!

Paciente, via Google

Local confortável, a consulta foi bem completa, com avaliação das minhas queixas e solicitação de exames.

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Segunda a sexta, das 8h às 18h.

Perguntas frequentes

Respostas gerais. A conduta certa depende da história e da avaliação de cada paciente.

Ardor ao urinar é sempre infecção urinária?

Não. Quando o ardor é por fora e vem com coceira ou corrimento, a causa costuma ser vaginal. O exame ginecológico e, quando preciso, a urocultura separam as duas.

Posso ter relação durante o tratamento do corrimento?

O ideal é esperar o fim do tratamento e a melhora dos sintomas. Nas infecções sexualmente transmissíveis, a orientação é aguardar também o fim do tratamento da parceria, para evitar reinfecção.

Dor na relação sem corrimento também deve ser investigada?

Sim. Ressecamento, contração involuntária da musculatura, endometriose e alterações do útero e dos ovários estão entre as causas. A investigação começa pela conversa e pelo exame.

Lubrificante ajuda?

Ajuda quando a dor vem do ressecamento, como no pós-parto, na amamentação e no climatério. Prefira produtos sem perfume, à base de água ou de silicone. Ele não trata infecção e não deve adiar o diagnóstico.

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