Corrimento que volta sempre merece investigação
Nem todo corrimento é doença. Mas coceira, ardor, cheiro forte ou crises repetidas pedem o diagnóstico da causa, e não só um creme para aliviar.
Dra. Nathália Assunção Médica ginecologista e obstetra CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128
- Diagnóstico da causa
- Plano para crises que voltam
- Atendimento acolhedor e reservado
Qual destas situações se parece com a sua?
Escolha a mais próxima. A conversa começa no WhatsApp com a sua situação já escrita, e a equipe agenda a sua consulta. Em caso de sangramento intenso, febre ou dor forte, procure atendimento de urgência.
- Cheiro forte, principalmente depois da relação ou da menstruação
- Coceira, ardor ou vermelhidão na vulva
- Corrimento amarelo, esverdeado, acinzentado ou com grumos
- Dor na relação sexual ou ao urinar
- Sangramento fora da menstruação ou depois da relação
- Crises que voltam depois do tratamento
- Sintomas durante a gravidez
- Parceria com sintomas ou exposição a infecção sexualmente transmissível
Atenção: Corrimento com febre, dor forte no pé da barriga ou mal-estar pede atendimento no mesmo dia.
O que é normal e o que não é
Toda mulher tem secreção vaginal. Ela muda ao longo do ciclo, pode ser clara ou esbranquiçada e não tem cheiro forte. Essa secreção protege e mantém o equilíbrio da flora vaginal.
O corrimento passa a merecer atenção quando muda de cor, de cheiro ou de consistência, ou quando vem com coceira, ardor, dor ou sangramento. As causas mais comuns são a vaginose bacteriana, a candidíase e a tricomoníase, mas infecções como clamídia e gonorreia também podem causar corrimento, e algumas não dão sintoma nenhum.
Tratar por conta própria, repetindo creme ou antibiótico, pode aliviar por uns dias e atrasar o diagnóstico certo, o que favorece as crises de repetição.
Como é a investigação
Conversa detalhada
Quando começou, o que melhora e o que piora, tratamentos já feitos, ciclo, método contraceptivo e hábitos de higiene.
Exame ginecológico
Exame da vulva, da vagina e do colo do útero, com coleta da secreção quando necessário.
Exames conforme a suspeita
Análise da secreção, cultura, pesquisa de infecções sexualmente transmissíveis e preventivo em dia.
Tratamento da causa
Tratamento dirigido ao diagnóstico e, quando for o caso, também da parceria.
Tratamento e prevenção de novas crises
O tratamento depende da causa. Por isso ele começa pelo diagnóstico.
Vaginose bacteriana
Desequilíbrio da flora, com cheiro característico. Tratada com antibiótico, com plano específico quando volta com frequência.
Candidíase
Causada por fungo, com coceira e corrimento em grumos. Não é considerada infecção sexualmente transmissível. Nos casos de repetição, investigam-se fatores como glicose alterada e uso frequente de antibiótico.
Tricomoníase e outras infecções sexualmente transmissíveis
Tratadas com medicamento específico, sempre com o tratamento da parceria para evitar reinfecção.
Alterações hormonais e irritação
O ressecamento do climatério, a alergia a produtos e as duchas também causam sintomas parecidos com infecção e têm tratamento próprio.
Duchas vaginais não são recomendadas: alteram a flora e aumentam o risco de novas crises. Para a higiene externa, água e sabonete suave bastam.
Quem conduz o atendimento
Dra. Nathália Assunção
Médica · CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128
Médica ginecologista e obstetra, com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia. Entre os procedimentos da especialidade, realiza cirurgias ginecológicas por videolaparoscopia e histeroscopia. Atende em consultório em Feira de Santana, com tempo para ouvir e explicar cada etapa do tratamento.
O atendimento, na voz das pacientes
Nota 5,0 no Google. Trechos de avaliações públicas, que não representam promessa de resultado.
Médica competente e muito dedicada. A consulta é leve, me deixa confortável para tirar as dúvidas e acolhe minhas queixas com paciência.
Dra. Nathália é doce e gentil, explica tudo com muita clareza e deixa a paciente segura, o que é muito importante!
Local confortável, a consulta foi bem completa, com avaliação das minhas queixas e solicitação de exames.
Prefere que a equipe chame você?
Deixe seu nome e WhatsApp. A equipe da Dra. Nathália retorna em horário comercial para combinar a consulta.
Ou fale agora: WhatsApp (75) 98132-7157
Segunda a sexta, das 8h às 18h.
Perguntas frequentes
Respostas gerais. A conduta certa depende da história e da avaliação de cada paciente.
Todo corrimento é infecção?
Não. A secreção fisiológica é normal e muda ao longo do ciclo. O sinal de alerta é a mudança de cor, cheiro ou consistência, principalmente com coceira, ardor ou dor.
Candidíase passa pela relação sexual?
Na maioria das vezes, não. A candidíase é causada por um fungo que já vive no corpo e cresce demais em algumas situações, como uso de antibiótico, glicose alta ou gravidez. Por isso não é considerada infecção sexualmente transmissível, e a parceria só precisa de tratamento quando também tem sintomas.
Posso tratar corrimento por conta própria?
Não é o ideal. Remédios usados sem diagnóstico podem aliviar por pouco tempo e esconder a causa real, principalmente nos casos que voltam.
Corrimento na gravidez é normal?
A secreção costuma aumentar na gestação. Mas coceira, cheiro forte ou mudança de cor devem ser avaliados, porque algumas infecções precisam de tratamento durante a gravidez.
Corrimento que volta tem tratamento?
Tem. O caminho é confirmar a causa, corrigir o que favorece as crises e, quando indicado, seguir um tratamento de manutenção. Em algumas mulheres as crises ainda voltam, e o plano é ajustado nos retornos.
O preventivo investiga o corrimento?
Não. O preventivo (Papanicolau ou teste de DNA-HPV) rastreia alterações do colo do útero causadas pelo HPV e não substitui a investigação do corrimento. Ele pode ser atualizado na mesma consulta, quando estiver indicado.
Saber a causa é o que muda o tratamento
Agende sua consulta para investigar o corrimento e saia com os próximos passos definidos.
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