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Corrimento vaginal em Feira de Santana Av. Gov. João Durval Carneiro, 3665, Ed. Multiplace, Sala 408
Dra. Nathália Assunção, ginecologista Agendar pelo WhatsAppWhatsApp

Parceria com sintomas ou exposição a IST: quais exames fazer e quando

Testar e tratar é cuidado de saúde, sem julgamento. Muitas infecções não dão sintomas, e o momento de cada exame faz diferença.

Dra. Nathália Assunção Médica ginecologista e obstetra CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

Se a parceria tem sintomas, recebeu diagnóstico de infecção sexualmente transmissível ou houve relação sem camisinha com risco, vale fazer a avaliação mesmo sem sintomas, porque clamídia, gonorreia, tricomoníase, sífilis e HIV muitas vezes não dão sinais. Se a exposição ao HIV aconteceu nas últimas 72 horas, procure atendimento hoje para a profilaxia pós-exposição.

Atenção: Exposição ao HIV nas últimas 72 horas, violência sexual ou dor no pé da barriga com febre pedem atendimento hoje, em serviço de urgência ou de referência.

Por que testar mesmo sem sintomas

Nas mulheres, a clamídia e a gonorreia infectam o colo do útero e muitas vezes não causam corrimento, dor nem ardor; às vezes o único sinal é um sangramento depois da relação. Sem tratamento, podem subir para o útero e as trompas e deixar sequelas, como dor pélvica e dificuldade para engravidar. A tricomoníase também passa sem sintomas na maioria dos casos, e a sífilis pode passar despercebida na fase inicial.

Quando a parceria tem corrimento pela uretra, ardor ao urinar ou feridas genitais, a chance de infecção é alta, e a conduta pode incluir tratar as duas pessoas ao mesmo tempo, conforme o protocolo do Ministério da Saúde. A parceria deve ser avaliada pelo próprio médico ou em um serviço de testagem do SUS.

A consulta é reservada e protegida pelo sigilo médico. O objetivo é cuidar da sua saúde e interromper a transmissão, e não investigar a vida de ninguém.

Exames, prazos e tratamento

Teste molecular

Pesquisa clamídia, gonorreia e tricomoníase em amostra da vagina, do colo ou da urina. O momento da coleta depende do tempo desde a exposição e é orientado na consulta.

Exames de sangue

HIV, sífilis e hepatites B e C. Alguns precisam ser repetidos depois de algumas semanas, por causa da janela imunológica, o período em que a infecção ainda não aparece no exame.

Profilaxia pós-exposição ao HIV

Deve começar o quanto antes, idealmente nas primeiras 2 horas e no máximo em 72 horas depois da exposição, e dura 28 dias. É oferecida pelo SUS em serviços de urgência e de referência.

Tratamento em conjunto

Com a infecção confirmada, a parceria é tratada ao mesmo tempo, e a orientação é evitar relações até o fim do tratamento das duas pessoas e a melhora dos sintomas.

Novo teste depois

Em infecções como clamídia, gonorreia e tricomoníase, repetir o teste cerca de 3 meses depois do tratamento ajuda a identificar uma reinfecção.

Como é a investigação

  1. Conversa detalhada

    Quando começou, o que melhora e o que piora, tratamentos já feitos, ciclo, método contraceptivo e hábitos de higiene.

  2. Exame ginecológico

    Exame da vulva, da vagina e do colo do útero, com coleta da secreção quando necessário.

  3. Exames conforme a suspeita

    Análise da secreção, cultura, pesquisa de infecções sexualmente transmissíveis e preventivo em dia.

  4. Tratamento da causa

    Tratamento dirigido ao diagnóstico e, quando for o caso, também da parceria.

Retrato da Dra. Nathália Assunção

Quem conduz o atendimento

Dra. Nathália Assunção

Médica · CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

Médica ginecologista e obstetra, com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia. Entre os procedimentos da especialidade, realiza cirurgias ginecológicas por videolaparoscopia e histeroscopia. Atende em consultório em Feira de Santana, com tempo para ouvir e explicar cada etapa do tratamento.

O atendimento, na voz das pacientes

Nota 5,0 no Google. Trechos de avaliações públicas, que não representam promessa de resultado.

Médica competente e muito dedicada. A consulta é leve, me deixa confortável para tirar as dúvidas e acolhe minhas queixas com paciência.

Paciente, via Google

Dra. Nathália é doce e gentil, explica tudo com muita clareza e deixa a paciente segura, o que é muito importante!

Paciente, via Google

Local confortável, a consulta foi bem completa, com avaliação das minhas queixas e solicitação de exames.

Paciente, via Google

Prefere que a equipe chame você?

Deixe seu nome, WhatsApp e e-mail. A equipe da Dra. Nathália retorna em horário comercial para combinar a consulta.

Ou fale agora: WhatsApp (75) 98132-7157

Segunda a sexta, das 8h às 18h.

Perguntas frequentes

Respostas gerais. A conduta certa depende da história e da avaliação de cada paciente.

A parceria recebeu um diagnóstico, mas eu não tenho sintomas. Preciso tratar?

Em várias infecções, sim. Na clamídia, na gonorreia, na tricomoníase e na sífilis, a parceria costuma ser tratada mesmo sem sintomas, depois da coleta dos exames. A conduta depende do diagnóstico recebido.

Quanto tempo depois da exposição os exames ficam confiáveis?

Depende do exame. Os testes moleculares podem ser feitos nos dias seguintes, conforme a orientação, e os exames de sangue para HIV, sífilis e hepatites costumam ser repetidos depois de algumas semanas para cobrir a janela imunológica.

A camisinha protege de todas as infecções?

Reduz muito o risco da maioria delas, mas não cobre a pele que fica de fora, por onde podem passar herpes, HPV e sífilis. Mesmo assim, é a principal forma de prevenção durante o tratamento e com parcerias novas.

A consulta é sigilosa?

Sim. O sigilo médico protege o que é conversado e os resultados dos exames. A comunicação à parceria é orientada na consulta e feita por você, no seu tempo.

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