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Corrimento vaginal em Feira de Santana Av. Gov. João Durval Carneiro, 3665, Ed. Multiplace, Sala 408
Dra. Nathália Assunção, ginecologista Agendar pelo WhatsAppWhatsApp

Corrimento com cheiro forte depois da relação ou da menstruação: o que pode ser

O cheiro que piora nesses momentos tem explicação e costuma apontar para um desequilíbrio da flora vaginal, com diagnóstico simples no consultório.

Dra. Nathália Assunção Médica ginecologista e obstetra CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

Cheiro forte, parecido com o de peixe, que piora depois da relação ou da menstruação é o sinal mais típico da vaginose bacteriana, um desequilíbrio da flora vaginal. A tricomoníase e um absorvente interno esquecido também causam mau cheiro, por isso o diagnóstico é feito no exame, e não pelo cheiro.

Atenção: Cheiro forte com febre, dor no pé da barriga ou mal-estar, principalmente depois de parto, aborto, colocação de DIU ou uso de absorvente interno, pede atendimento no mesmo dia.

Por que o cheiro piora nesses momentos

Na vagina saudável predominam os lactobacilos, que mantêm o ambiente ácido. Na vaginose bacteriana, eles diminuem e outras bactérias crescem, produzindo substâncias chamadas aminas, responsáveis pelo cheiro. O sêmen e o sangue menstrual são menos ácidos que a vagina e liberam essas aminas, por isso o cheiro fica mais forte depois da relação sem camisinha e nos dias da menstruação.

O corrimento da vaginose costuma ser fino, acinzentado ou esbranquiçado, e muitas vezes não vem com coceira. Algumas mulheres têm vaginose sem nenhum sintoma. Ela não é considerada infecção sexualmente transmissível, mas é mais comum com a troca de parcerias e com o uso de duchas.

Sabonete perfumado, desodorante íntimo e lenço umedecido disfarçam o cheiro por algumas horas, mas podem irritar a pele e alterar ainda mais a flora. O cheiro não é falta de higiene, e lavar mais vezes não trata a causa.

Diagnóstico e tratamento

Exame no consultório

O diagnóstico usa o aspecto do corrimento, a medida do pH vaginal, o teste das aminas e a análise da secreção no microscópio. Na vaginose, o pH fica acima de 4,5.

Tratamento

A vaginose é tratada com antibiótico, por via oral ou em gel vaginal, pelo tempo indicado. Durante o uso de metronidazol, o protocolo do Ministério da Saúde orienta evitar bebida alcoólica.

Parceria

Na vaginose, a parceria não precisa ser tratada, segundo o protocolo do Ministério da Saúde. Na tricomoníase, que também causa cheiro, a parceria é sempre tratada junto.

Absorvente interno esquecido

Causa cheiro muito forte e corrimento escuro. A retirada é simples no consultório; se vier com febre, vômitos ou manchas vermelhas na pele, a avaliação é de urgência.

Quando o cheiro volta

A vaginose volta com frequência, mesmo depois do tratamento correto. Quando isso se repete, existe um plano próprio de prevenção, explicado em corrimento que volta depois do tratamento.

Como é a investigação

  1. Conversa detalhada

    Quando começou, o que melhora e o que piora, tratamentos já feitos, ciclo, método contraceptivo e hábitos de higiene.

  2. Exame ginecológico

    Exame da vulva, da vagina e do colo do útero, com coleta da secreção quando necessário.

  3. Exames conforme a suspeita

    Análise da secreção, cultura, pesquisa de infecções sexualmente transmissíveis e preventivo em dia.

  4. Tratamento da causa

    Tratamento dirigido ao diagnóstico e, quando for o caso, também da parceria.

Retrato da Dra. Nathália Assunção

Quem conduz o atendimento

Dra. Nathália Assunção

Médica · CRM-BA 34246 · Ginecologia e Obstetrícia: RQE 23128

Médica ginecologista e obstetra, com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia. Entre os procedimentos da especialidade, realiza cirurgias ginecológicas por videolaparoscopia e histeroscopia. Atende em consultório em Feira de Santana, com tempo para ouvir e explicar cada etapa do tratamento.

O atendimento, na voz das pacientes

Nota 5,0 no Google. Trechos de avaliações públicas, que não representam promessa de resultado.

Médica competente e muito dedicada. A consulta é leve, me deixa confortável para tirar as dúvidas e acolhe minhas queixas com paciência.

Paciente, via Google

Dra. Nathália é doce e gentil, explica tudo com muita clareza e deixa a paciente segura, o que é muito importante!

Paciente, via Google

Local confortável, a consulta foi bem completa, com avaliação das minhas queixas e solicitação de exames.

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Segunda a sexta, das 8h às 18h.

Perguntas frequentes

Respostas gerais. A conduta certa depende da história e da avaliação de cada paciente.

Cheiro depois da relação sempre é doença?

Um cheiro leve e passageiro pode acontecer. Quando é forte, parecido com peixe, e se repete depois de quase toda relação, vale investigar vaginose.

Vaginose passa sozinha?

Às vezes melhora sem tratamento, mas pode persistir e voltar. Na gravidez e antes de alguns procedimentos ginecológicos, o tratamento ganha importância, e o diagnóstico é o primeiro passo.

A camisinha ajuda a evitar a vaginose?

Pode ajudar. O contato com o sêmen muda o pH da vagina, e o uso regular da camisinha está associado a menos crises em algumas pesquisas.

O cheiro pode vir do suor ou da urina?

Pode. Suor, urina e roupas justas mudam o cheiro da região externa, mas esse cheiro some com a higiene comum. O cheiro que vem de dentro da vagina e piora depois da relação é outro sinal e merece exame.

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